****A Golden Madonna, ou Virgem da Misericórdia, é uma escultura medieval de madeira que também é uma das mais antigas esculturas sobreviventes em Berlim. Devido à sua idade, é um objeto de valor cultural e histórico significativo e simboliza o rico patrimônio artístico da cidade.
A sala Menzel
Para os admiradores do pintor realista alemão Adolph von Menzel, a Sala Menzel é imperdível. Esta galeria especial apresenta uma extensa coleção de suas pinturas e desenhos, oferecendo uma visão fascinante de seu extraordinário talento e visão artística. Algumas das obras de arte icônicas que você verá aqui incluem "The Balcony Room" (1845) e "Iron Rolling Mill" (1875).
"O monge à beira-mar", de Caspar David Friedrich
Uma obra-prima do romantismo, essa pintura captura a beleza assombrosa da solidão e da natureza.
As Casas do Parlamento, de Claude Monet
Um exemplo brilhante do Impressionismo, a série de Monet retrata a mudança de luz sobre o marco icônico de Londres.
A execução do imperador Maximiliano, de Édouard Manet
Uma representação poderosa e dramática de um evento histórico, essa pintura mostra o uso ousado de composição e cor de Manet.
O celeiro de linho de Max Liebermann
Um exemplo impressionante do impressionismo alemão, essa pintura captura lindamente a paisagem rural com um senso de luz e textura.
Uma breve história da Alte Nationalgalerie
A Alte Nationalgalerie, localizada na Ilha dos Museus, em Berlim, foi inaugurada em 1876 para exibir a coleção de arte da família real prussiana. Projetado pelo arquiteto Friedrich August Stüler, o edifício neoclássico apresenta um grande pórtico e é conhecido por sua impressionante fachada. A coleção da galeria abrange mais de um século de arte europeia, exibindo obras-primas de Caspar David Friedrich, Adolph Menzel e Claude Monet. Ao longo dos anos, o museu se expandiu e evoluiu, tornando-se uma instituição central no cenário cultural de Berlim.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o edifício foi severamente danificado e suas obras de arte foram evacuadas para garantir sua preservação. Após extensos reparos, a Alte Nationalgalerie foi reaberta ao público em 1969, dando continuidade à sua missão de celebrar a riqueza da arte europeia. Hoje, ela ocupa um lugar importante no patrimônio artístico da cidade, oferecendo aos visitantes uma viagem extraordinária pela história da arte, do Romantismo ao Impressionismo e além.
Exposições permanentes que você deve observar
A Alte Nationalgalerie em Berlim oferece uma rica variedade de exposições permanentes que mostram a evolução da arte do século XIX. Aqui estão alguns destaques:
Arte do século XIX
Essa extensa coleção abrange os movimentos artísticos neoclassicista, romântico, impressionista e secessionista, apresentando mais de 200 pinturas, esculturas e obras gráficas de aproximadamente 80 artistas.
Sessões: Klimt, Stuck, Liebermann
Esta exposição compara os cenários artísticos de Munique, Viena e Berlim na virada do século XX, destacando obras de Gustav Klimt, Franz von Stuck e Max Liebermann.
Ideal e forma: escultura do século XIX
Instalada na Friedrichswerdersche Kirche, essa exposição apresenta esculturas da época de Karl Friedrich Schinkel até o Império Alemão, oferecendo uma experiência única em um ambiente arquitetônico histórico.
Arquitetura da Alte Nationalgalerie
A Alte Nationalgalerie (Antiga Galeria Nacional) em Berlim é um exemplo icônico da arquitetura neoclássica, projetada pelo renomado arquiteto Friedrich August Stüler. Construída entre 1866 e 1876, a galeria foi encomendada pelo rei Friedrich Wilhelm IV da Prússia como parte de sua visão de estabelecer Berlim como um centro cultural. Stüler, um proeminente arquiteto da época, integrou elementos clássicos com um design grandioso para refletir o objetivo do museu de exibir belas artes. A impressionante fachada do edifício apresenta uma colunata de colunas coríntias, enquanto sua seção central é coroada por uma grande cúpula, criando uma sensação de monumentalidade e abertura. O interior da galeria é igualmente impressionante, com salões espaçosos e um layout que enfatiza as obras de arte em exposição. A Alte Nationalgalerie é um testemunho da ambição arquitetônica do século XIX, combinando formas clássicas com funcionalidade moderna para abrigar uma coleção de arte de classe mundial.
Perguntas frequentes sobre a Alte Nationalgalerie
A Alte Nationalgalerie exibe obras de arte do século XIX, com pinturas e esculturas moldadas por movimentos como o neoclassicismo, o romantismo e o modernismo.
A Alte Nationalgalerie, em Berlim, exibe obras-primas como The Balcony Room e Iron Rolling Mill de Adolph Menzel, Double Statue of the Princesses Luise and Friederike of Prussia de Johann Gottfried Schadow e Monk by the Sea de Caspar David Friedrich.
A National Gallery Berlin, construída entre 1866 e 1876, tem mais de 145 anos de idade.
Sim, a galeria fica aberta o ano todo, embora possa haver fechamentos ou horários especiais durante feriados ou para manutenção. Recomenda-se que você consulte o site da galeria para obter informações atualizadas.
Sim, o museu é acessível para cadeiras de rodas. Há rampas e elevadores para facilitar o acesso. É melhor entrar em contato com o museu com antecedência para agendar serviços especiais.
Projetado em estilo neoclássico por Friedrich August Stüler, o edifício é famoso por seu grande pórtico e colunas, que refletem as tendências arquitetônicas do século XIX.
30-60 mins (horário de pico), 0-30 mins (fora do horário de pico)
TEMPO DE ESPERA PREVISTO - ENTRADA SEM FILA
0-30 mins (horário de pico), 0-30 mins (fora do horário de pico)
Você sabia?
Inaugurado em 1830, o Altes Museum foi projetado exclusivamente para belas artes e antiguidades, enquanto a história natural e os artefatos etnográficos foram colocados em outro lugar. Essa separação refletia os ideais da era do Iluminismo, que buscava separar a "alta cultura" do estudo da natureza e da antropologia.
Antes de ser aberto ao público, o Museu Altes abrigava a coleção real prussiana, com antiguidades gregas e romanas adquiridas por meio de diplomacia, compras e campanhas militares. Alguns artefatos foram retirados das coleções confiscadas de Napoleão após as guerras da Prússia contra a França.
A grande rotunda, inspirada no Panteão de Roma, foi projetada como mais do que apenas uma característica arquitetônica. Sua forma circular simbolizava a universalidade do conhecimento, marcando a antiguidade como a base do pensamento europeu e do esclarecimento intelectual.